{"id":13882,"date":"2019-10-25T20:55:17","date_gmt":"2019-10-25T20:55:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.divinho.com.br\/?p=13882"},"modified":"2019-10-25T20:55:17","modified_gmt":"2019-10-25T20:55:17","slug":"giovanni-gaja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/homologacao.divinho.com.br\/blog\/giovanni-gaja\/","title":{"rendered":"Entrevista com Giovanni Gaja da vin\u00edcola Gaja"},"content":{"rendered":"<p>Giovanni Gaja, da vin\u00edcola <a href=\"http:\/\/gaja.com\/\">Gaja<\/a>, esteve no Brasil para um evento da Importadora Mistral. Ele concedeu uma entrevista exclusiva para a DiVinho, falando do neg\u00f3cio da fam\u00edlia, do cl\u00e1ssico Barbaresco e da c\u00e9lebre variedade Nebbiolo, confira:<\/p>\n<figure id=\"attachment_13884\" aria-describedby=\"caption-attachment-13884\" style=\"width: 2000px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/GRT_8733_menor.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13884\" src=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/GRT_8733_menor.jpg\" alt=\"Giovanni Gaja\" width=\"2000\" height=\"3006\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13884\" class=\"wp-caption-text\">Giovanni Gaja<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Gaja \u00e9 uma vin\u00edcola com mais de 150 anos de tradi\u00e7\u00e3o, conte um pouco dessa hist\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p>Gaja come\u00e7ou em 1859, quando meu tatarav\u00f4 fundou a vin\u00edcola. Desde ent\u00e3o, cinco gera\u00e7\u00f5es continuaram essa hist\u00f3ria. Uma caracter\u00edstica de cada gera\u00e7\u00e3o \u00e9 que cada uma delas fez alguma coisa diferente. N\u00e3o tinham medo de fazer as coisas de maneira diferente.<\/p>\n<p>Em 1859, no Barbaresco, a produ\u00e7\u00e3o de vinhos como conhecemos hoje n\u00e3o existia. Onde voc\u00ea \u00e9 dono dos vinhedos, cultiva e colhe as uvas, vinifica e engarrafa o vinho e o vende.\u00a0 Isso n\u00e3o existia.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca a produ\u00e7\u00e3o era dividida em duas partes. Voc\u00ea podia ser um fazendeiro e ter vinhedos de Nebbiolo, cultivando suas vinhas por um ano e colhendo as uvas. Ou voc\u00ea fazia parte de uma grande vin\u00edcola, que n\u00e3o tinha terras, mas que comprava as uvas dos fazendeiros.<\/p>\n<p>Giovanni Gaja era diferente. Gaja n\u00e3o foi fundada como uma vin\u00edcola, mas como um restaurante. \u00a0Giovanni tamb\u00e9m tinha um vinhedo de Nebbiolo. Nos melhores anos, ao inv\u00e9s de vender as suas uvas, ele estava vinificando o vinho. Colhendo as uvas, vinificando o vinho, engarrafando o vinho em grandes garraf\u00f5es e vendendo-o em seu pr\u00f3prio restaurante.<\/p>\n<p>Com o tempo, a maior parte dos clientes estava indo ao restaurante n\u00e3o para jantar, mas para comprar o vinho. Assim ele fechou o restaurante e focou unicamente na produ\u00e7\u00e3o do vinho. Giovanni foi um dos primeiros a come\u00e7ar o processo de produ\u00e7\u00e3o que conhecemos hoje.<\/p>\n<p>A segunda gera\u00e7\u00e3o foi a de Angelo Gaja, que se casou com um mulher muito importante na nossa fam\u00edlia chamada Clotilda Rey. Ela era originalmente da Fran\u00e7a, com vinte e dois anos conheceu Angelo e com vinte e cinco anos mudou-se para o Barbaresco.<\/p>\n<p>Clotilda n\u00e3o conhecia quase nada sobre vinhos, mas era muito inteligente e em um per\u00edodo curto conseguiu aprender tudo que era preciso saber sobre vinho. Ela foi muito importante, pois impulsionou seu marido Angelo a sempre melhorar a qualidade do vinho, comprando vinhedos e melhores equipamentos. Ela teve uma grande influ\u00eancia em meu av\u00f4 Giovanni e meu pai Angelo.<\/p>\n<p>A terceira gera\u00e7\u00e3o \u00e9 a do meu av\u00f4 Giovanni. Ele acreditava fortemente no Barbaresco e na Nebbiolo.\u00a0 Para ele o melhor vinho j\u00e1 produzido era o Barbaresco e a melhor variedade para produzir vinhos a Nebbiolo.<\/p>\n<p>Ele entendeu que precisava comprar terras no Barbaresco. Seu maior objetivo na vida foi fazer o Barbaresco ser conhecido. Mas sessenta anos atr\u00e1s esse era um pensamento bastante progressista. Pois naquela \u00e9poca quase ningu\u00e9m conhecida Barolo e Barbaresco.<\/p>\n<p>Naquele tempo as pessoas n\u00e3o tinham muito interesse em comprar terras no Barbaresco. Por essa raz\u00e3o, por trinta anos ele conseguiu comprar os melhores vinhedos de Nebbiolo localizados no Barbaresco.<\/p>\n<p>Ele nos deixou uma grande heran\u00e7a com esses vinhedos, pois eles s\u00e3o a funda\u00e7\u00e3o de onde o Barbaresco se encontra hoje e tamb\u00e9m a funda\u00e7\u00e3o das linhas de vinhedos \u00fanicos de Costa Russi, Sor\u00ec Tild\u00ecn e Sor\u00ec San Lorenzo que produzimos no Barbaresco.<\/p>\n<p>A quarta gera\u00e7\u00e3o \u00e9 a do meu pai, Angelo. \u00c9 bastante dif\u00edcil descrever meu pai, pois ele \u00e9 inovador e tradicionalista ao mesmo tempo. Ele nunca teve medo de tomar decis\u00f5es controversas. E na sua vida ele tomou algumas delas.<\/p>\n<p>No final dos anos noventa ele foi o primeiro a introduzir Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc no Barbaresco. Foi tamb\u00e9m o primeiro a introduzir o uso de barricas em 1978. Em 1996 desclassificou todos os vinhedos de Barbaresco e Barolo para Langhe, pois adicionou uma maior porcentagem de Barbera. Tamb\u00e9m introduziu uma rolha mais longa, entre outros.<\/p>\n<p>Apesar de todas essas decis\u00f5es serem controversas na \u00e9poca, o tempo provou que elas foram as melhores decis\u00f5es que ele poderia ter tomado pelo vinho. Todas as decis\u00f5es foram tomadas com foco na inova\u00e7\u00e3o, mas sempre com respeito \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o do Barbaresco e do Barolo.<\/p>\n<p>A quinta gera\u00e7\u00e3o \u00e9 das minhas irm\u00e3s e eu. Rossana toma conta do mercado dom\u00e9stico e eu e Gaia focamos mais no mercado internacional. Mas no neg\u00f3cio na fam\u00edlia fazemos um pouco de tudo. Eu viajo, mas tento tamb\u00e9m estar bastante nos vinhedos, na adega, tentando tomar conta de todos os aspectos da vin\u00edcola.<\/p>\n<figure id=\"attachment_13885\" aria-describedby=\"caption-attachment-13885\" style=\"width: 2200px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/from_left.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13885\" src=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/from_left.jpg\" alt=\"Gaia, Giovanni, Angelo, Lucia e Rossana Gaja\" width=\"2200\" height=\"1468\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13885\" class=\"wp-caption-text\">Gaia, Giovanni, Angelo, Lucia e Rossana Gaja<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Angelo Gaja foi um pioneiro na produ\u00e7\u00e3o de vinhos de vinhedos \u00fanicos no Piemonte, como foi esse processo?<\/strong><\/p>\n<p>Meu pai, Angelo, come\u00e7ou a produ\u00e7\u00e3o de vinhedos \u00fanicos juntamente com outros produtores, como Renato Ratti e Prunotto. Nosso primeiro vinhedo \u00fanico foi Sor\u00ec San Lorenzo, uma propriedade adquirida pelo meu av\u00f4 em 1964.<\/p>\n<p>Em 1964, 1965 e 1966 San Lorenzo foi parte do blend do Barbaresco. Em 1967 n\u00f3s percebemos que esse era um vinhedo que tinha possibilidades mais altas e ao inv\u00e9s de us\u00e1-lo para o Barbaresco decidimos apont\u00e1-lo como um vinhedo \u00fanico.<\/p>\n<p>A mesma coisa aconteceu em 1970 para Sor\u00ec Tild\u00ecn e em 1978 para Costa Russi. Ent\u00e3o em 1988 tivemos o primeiro vinhedo \u00fanico de Barolo com Sperss de Serralunga. E em 1996 com Conteisa de La Morra.<\/p>\n<p><strong>O cultivo de variedades francesas, como Cabernet Sauvignon, tamb\u00e9m foi outra inova\u00e7\u00e3o pol\u00eamica. <\/strong><\/p>\n<p>Como mencionei, meu pai introduziu variedades internacionais por v\u00e1rios motivos. Primeiramente, foi um jeito de tornar a Nebbiolo mais conhecida. H\u00e1 quarenta anos ningu\u00e9m conhecida Barolo e Barbaresco.<\/p>\n<p>O paladar do consumidor internacional estava mais acostumado a variedades como Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Sauvignon Blanc, pois s\u00e3o cepas que voc\u00ea pode encontrar em quase qualquer lugar do mundo e adaptam-se a diferentes solos e climas.<\/p>\n<p>Quando voc\u00ea considera Nebbiolo, ela \u00e9 uma variedade ind\u00edgena, que \u00e9 bastante dirigida pelo clima e necessita de um solo bastante espec\u00edfico. Sem essas condi\u00e7\u00f5es voc\u00ea n\u00e3o alcan\u00e7a os resultados desejados da Nebbiolo.<\/p>\n<p>Em termo de gosto, quando voc\u00ea compara Nebbiolo e Cabernet Sauvignon est\u00e1 comparando duas uvas opostas. Cabernet Sauvignon \u00e9 mais acess\u00edvel, aberta e imediata. Quando voc\u00ea a serve na ta\u00e7a os aromas est\u00e3o todos l\u00e1.<\/p>\n<p>J\u00e1 com Nebbiolo voc\u00ea abre uma garrafa de Barbaresco duas horas antes, decanta e serve na ta\u00e7a e ai voc\u00ea pode come\u00e7ar a sentir os aromas. Nebbiolo \u00e9 uma variedade que exige paci\u00eancia, mas que voc\u00ea \u00e9 recompensado com o tempo.<\/p>\n<p>Nos anos setenta ningu\u00e9m conseguia entender a variedade, pois era um sabor que n\u00e3o haviam experimentado antes. Por isso, meu pai decidiu introduzir as variedades internacionais para mostrar a beleza do terroir de Langhe e tamb\u00e9m como uma maneira de introduzir a Nebbiolo.<\/p>\n<p>Pois experimentando essas variedades internacionais, os consumidores iriam querem saber de onde v\u00eam esses vinhos, conhecendo melhor o Barbaresco. E o que \u00e9 produzido no Barbaresco? Nebbiolo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CASTELLO-Barbaresco_Gaja.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13883\" src=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/CASTELLO-Barbaresco_Gaja.jpg\" alt=\"Castello Barbaresco Gaja\" width=\"1843\" height=\"1228\" \/><\/a><\/p>\n<p>Castello Barbaresco Gaja<strong>Como Gaja transformou o <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/produto\/vinho-tinto-gaja-barbaresco-2013\/\">Barbaresco<\/a>\u00a0em um verdadeiro \u00edcone mundial?<\/strong><\/p>\n<p>Foi um trabalho em equipe, pois cada gera\u00e7\u00e3o fez algo nesse processo. A primeira gera\u00e7\u00e3o, de Giovanni Gaja, criou o vinho. A segunda gera\u00e7\u00e3o focou em melhorar a qualidade.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o meu av\u00f4, Giovanni, foi o que se concentrou em comprar os vinhedos do Barbaresco nos melhores locais. Criando uma marca facilmente reconhec\u00edvel e focando em aumentar ainda mais a qualidade. Ele foi o primeiro que introduziu o conceito de n\u00e3o engarrafar os vintages que n\u00e3o representavam nosso estilo e nossa qualidade.<\/p>\n<p>Isso, feito h\u00e1 sessenta anos atr\u00e1s, foi um sacrif\u00edcio econ\u00f4mico, e mais ainda, um sacrif\u00edcio comercial. Naquela \u00e9poca poucas pessoas conheciam Barbaresco e Barolo. Decidindo n\u00e3o lan\u00e7ar o vinho, a marca ficou sem exposi\u00e7\u00e3o por um ano. Mas isso foi feito para proteger a qualidade do vinho.<\/p>\n<p>Meu av\u00f4 fez Gaja come\u00e7ar a ser conhecida na It\u00e1lia, realmente focando no mercado italiano. Ent\u00e3o meu pai come\u00e7ou a trabalhar no mercado internacional e no final dos anos sessenta come\u00e7ou a viajar para fora.<\/p>\n<p>Os primeiros mercados que selecionou foram Su\u00ed\u00e7a, Alemanha e os Estados Unidos. \u00a0A exposi\u00e7\u00e3o nesses mercados come\u00e7ou a aumentar a demanda pelos vinhos Gaja e a marca foi ficando mais conhecida.<\/p>\n<figure id=\"attachment_13886\" aria-describedby=\"caption-attachment-13886\" style=\"width: 1467px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Barbaresco_menor.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13886\" src=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Barbaresco_menor.jpg\" alt=\"Barbaresco\" width=\"1467\" height=\"2200\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13886\" class=\"wp-caption-text\">Barbaresco<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Gaja comprou Pieve Santa Restituta\u00a0em Montalcino. Como foi come\u00e7ar a produzir Brunello para uma fam\u00edlia do Piemonte? <\/strong><\/p>\n<p>A raz\u00e3o pela qual adquirimos terras em Montalcino foi porque era um desafio para n\u00f3s. Mas acima de tudo, porque Nebbiolo e Sangiovese s\u00e3o variedades bastante diferentes, mas que t\u00eam algo em comum.<\/p>\n<p>Ambas s\u00e3o variedades ind\u00edgenas, que voc\u00ea precisa ter terroirs, condi\u00e7\u00f5es de solos e clim\u00e1ticas espec\u00edficas para que elas alcancem os resultados que voc\u00ea est\u00e1 procurando.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o variedades que voc\u00ea precisa de conhecimento para cultiv\u00e1-las. S\u00e3o duas variedades bastante ac\u00eddicas e t\u00e2nicas. Ambas tem um mercado de nicho, duas D.O. (Denomina\u00e7\u00f5es de Origem) bastante espec\u00edficas.<\/p>\n<p>N\u00f3s pensamos que com mais de cento e cinquenta anos de experi\u00eancia com a Nebbiolo, era hora de usar essa experi\u00eancia e aplicar na Sangiovese.<\/p>\n<p><strong>Gaja tamb\u00e9m produz vinhos em Bolgheri com variedades internacionais. <\/strong><\/p>\n<p>Bolgheri \u00e9 uma \u00e1rea que eu gosto particularmente. Por sua localiza\u00e7\u00e3o e pelo clima voc\u00ea pode cultivar qualquer coisa. Uma \u00e1rea bastante generosa, que \u00e9 capaz de produzir vinhos opulentos, mas que ao mesmo tempo s\u00e3o bastante elegantes.<\/p>\n<p>Vinhos que s\u00e3o acess\u00edveis e f\u00e1ceis de beber quando s\u00e3o jovens, pois essa \u00e9 uma caracter\u00edstica das variedades internacionais. Mas que tamb\u00e9m tem um \u00f3timo potencial de envelhecimento.<\/p>\n<p>Em 1996, quando adquiridos a propriedade, t\u00ednhamos um conhecimento limitado da \u00e1rea. E com dois a tr\u00eas anos j\u00e1 conhec\u00edamos o terroir, o solo, as variedades, e vimos uma melhoria continua.<\/p>\n<figure id=\"attachment_13888\" aria-describedby=\"caption-attachment-13888\" style=\"width: 3543px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Sperss-vineyard.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13888\" src=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Sperss-vineyard.jpg\" alt=\"Vinhedos Sperss \" width=\"3543\" height=\"2362\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13888\" class=\"wp-caption-text\">Vinhedos Sperss<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Como \u00e9 para voc\u00ea assumir o papel de seu pai, Angelo Gaja, nos dias de hoje? Sentiu algum peso nos ombros?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, \u00e9 bastante press\u00e3o, mas meu pai \u00e9 meu pai. Ele tem uma personalidade e seu jeito particular de fazer as coisas. Eu n\u00e3o tenho de imitar o meu pai. O que eu sinto \u00e9 que posso tomar inspira\u00e7\u00e3o do meu pai e seguir meu pr\u00f3prio caminho.<\/p>\n<p>Eu fa\u00e7o as coisas da minha maneira, porque se eu tentar ser como o meu pai eu nunca serei como ele. Ele \u00e9 uma pessoa singular. Eu posso me inspirar e aprender com ele. Uma coisa sobre o meu pai, ele \u00e9 bastante generoso, sempre dispon\u00edvel a ensinar. E n\u00e3o somente eu, mas tamb\u00e9m as minhas irm\u00e3s, transferindo esse conhecimento para n\u00f3s.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 uma grande vantagem que nossa fam\u00edlia tem. Pois meu pai n\u00e3o \u00e9 como outros no neg\u00f3cio do vinho. E n\u00e3o somente no mundo do vinho, mas pessoas que quando precisam deixar os filhos tomar conta tendem a ser mais controladoras e manter tudo para si mesmas.<\/p>\n<p><strong>Existe uma nova gera\u00e7\u00e3o de jovens que est\u00e3o descobrindo os prazeres dos vinhos, como \u00e9 atender esse p\u00fablico?<\/strong><\/p>\n<p>Primeiramente, Gaja n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o Barbaresco ou vinhos de vinhedos \u00fanicos. N\u00f3s temos diferentes linhas de vinhos. Temos vinhos introdut\u00f3rios, como Rossj-Bass, Sito Moresco e <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/produto\/vinho-tinto-gaja-barolo-dagromis-2011\/\">Barolo\u00a0DaGromis\u00a0<\/a>do Piemonte. Ou <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/produto\/vinho-tinto-gaja-camarcanda-promis-2015\/\">Promis<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/produto\/vinho-branco-gaja-ca-marcanda-vistamare-2014\/\">Vistamare<\/a> da Toscana e o <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/produto\/vinho-tinto-brunello-di-montalcino-pieve-santa-restituta-2013\/\">Brunello di Montalcino<\/a>.<\/p>\n<p>Todos os esses vinhos fazem parte da linha introdut\u00f3ria Gaja, pensados para restaurantes e tamb\u00e9m para atrair novos consumidores. Pois, se algu\u00e9m nunca ouvir falar de Gaja \u00e9 muito dif\u00edcil que comece com o Barbaresco, que tem um pre\u00e7o mais alto.<\/p>\n<p>Mas ele pode come\u00e7ar com Sito Moresco ou Barolo DaGromis, por exemplo, que s\u00e3o vinhos de uma faixa de pre\u00e7o mais acess\u00edvel. Como mencionei, s\u00e3o vinhos para atrair novos consumidores, que ap\u00f3s experimentarem esses r\u00f3tulos podem ir para o Barbaresco e para os vinhos de vinhedos \u00fanicos. \u00c9 uma pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>Sito Moresco, em particular, \u00e9 pensado para ser uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 variedade Nebbiolo. Um vinho que pode ser bebido ainda jovem, uma vers\u00e3o mais f\u00e1cil da Nebbiolo. No mesmo estilo na linha Ca\u2019 Marcanda, temos Promis. Um vinho que voc\u00ea pode come\u00e7ar e se gostar passar para <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/produto\/vinho-tinto-gaja-camarcanda-magari-2013\">Magari<\/a>, gostando do Magari pode experimentar Ca\u2019 Marcanda, que est\u00e1 no topo da linha.<\/p>\n<p>Na Pieve Santa Restituta \u00e9 a mesma coisa. Brunello \u00e9 um r\u00f3tulo que voc\u00ea pode experimentar ainda jovem e se gostar pode seguir para os vinhos de vinhos de vinhedos \u00fanicos.<\/p>\n<p>Outro ponto importante, a nova gera\u00e7\u00e3o que come\u00e7ou a apreciar os vinhos tem que diferenciar o vinho de outros tipos de bebidas alco\u00f3licas. Pois o vinho n\u00e3o \u00e9 um licor. S\u00e3o duas coisas separadas.<\/p>\n<p>Voc\u00ea bebe vinho para celebrar ou porque teve um longo e estressante dia e chegando em casa voc\u00ea toma uma ta\u00e7a de vinho e relaxa. Ou voc\u00ea bebe vinho quando est\u00e1 com seus amigos e quer dividir essa garrafa com essas pessoas.<\/p>\n<p>Voc\u00ea vai a um clube e n\u00e3o bebe vinho, voc\u00ea bebe uma bebida alco\u00f3lica. Mas esse tipo de coquetel \u00e9 diferente. Um tipo de \u00e1lcool que n\u00e3o \u00e9 natural, \u00e9 destilado. J\u00e1 o \u00e1lcool que \u00e9 criado no vinho \u00e9 natural, vem da fermenta\u00e7\u00e3o, das leveduras, um dos processos mais naturais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Voc\u00ea encontra os melhores r\u00f3tulos <a href=\"https:\/\/www.divinho.com.br\/categoria-produto\/vinho\/?pa_produtor=gaja\">Gaja na DiVinho<\/a>!\u00a0Surpreenda-se com nossa variedade e adquira os melhores r\u00f3tulos pelo melhor pre\u00e7o!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Giovanni Gaja, da vin\u00edcola Gaja, esteve no Brasil para um evento da Importadora Mistral. Ele concedeu uma entrevista exclusiva para a DiVinho, falando do neg\u00f3cio da fam\u00edlia, do cl\u00e1ssico Barbaresco e da c\u00e9lebre variedade Nebbiolo, confira: Gaja \u00e9 uma vin\u00edcola com mais de 150 anos de tradi\u00e7\u00e3o, conte um pouco dessa hist\u00f3ria. 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